¿quién me va a entregar sus emociones?
¿quién me va a pedir que nunca le abandone?
¿quién me tapará esta noche si hace frío?
¿quién me va a curar el corazón partío?
¿quién llenará de primaveras este enero,
Y bajará la luna para que juguemos?
Dime, si tú te vas, dime cariño mío,
¿quién me va a curar el corazón partío?
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
- Sem Título
acho que vai ser,
acho que vai ser,
acho que será,
acho que será,
acho que amanha,
eu vou viajar,
pra bem longe de mim,
e bem perto de você,
e pra quem sabe,
me deixar no caminho
deixar de ser só um,
largar de ser sozinho,
pra passar a ser um outro,
um outro com você.
espera.
deixa acontecer.
- Robson.
Sempre que vejo
outro beijo que não o meu,
destes cada vez mais raros,
parece que perco algo entre
aqueles dois perdidos.
Um pedaço de lingua,
uma saliva de salvação.
- Sem Título
Olhos que explodem em cerejas,
e gosto doce na voz,
na voz ao telefone,
na voz da alma bem clarinha.
E como queria,
que a voz,
que a alma,
fosse minha.
- Sem Título
eu não sou um pão com manteiga caido com a manteiga para baixo
eu não sou uma estátua quebrada de um deus morto
eu não sou um poeta morto de esperar uma ode trinfal
eu não sou um coração parado de uma velha sozinha
eu não sou uma notícia sobre uma mãe que matou o filho
eu não sou um cheiro de tinta que caiu no seio despido
eu não sou um casal adolescente da nascida volúpia
eu não sou tudo isso
eu não sou nada disso
eu não sou muita coisa
um dia,
termino a lista.
quem sabe lá,
no dia branco que virá,
descubra
do que sobra
o que eu sou.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
- Sem Título
Troquei a solidão pela saudade
Troquei a tristeza pela dúvida
Troquei as respostas para todas as perguntas
Por um beijo.
Não me dê mais opções.
sábado, 18 de julho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
- Sem Título.
Era a borboleta.
Tinha certeza que era.
Vi as asas abrindo
Os grandes olhos azuis
Brilhando contra o sol.
Eu sabia que voaria
Era o destino, e ele era eu.
Estava cheio.
Mas logo senti um vazio. Que me corroeu.
Logo após o salto do precipício sem escala, eu a vi voando.
Senti a passagem do vento.
Senti a passagem da vida.
Senti.
E caí.
Eu era o casulo.
Tinha certeza que era.
Vi as asas abrindo
Os grandes olhos azuis
Brilhando contra o sol.
Eu sabia que voaria
Era o destino, e ele era eu.
Estava cheio.
Mas logo senti um vazio. Que me corroeu.
Logo após o salto do precipício sem escala, eu a vi voando.
Senti a passagem do vento.
Senti a passagem da vida.
Senti.
E caí.
Eu era o casulo.
terça-feira, 26 de maio de 2009
- Sem Palavras.
Pensei em mil palavras, e enfim
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saída
Como vou dizer sem me calar?
(Móveis Coloniais de Acaju)
Nenhuma das palavras coube em mim
Não vejo saída
Como vou dizer sem me calar?
(Móveis Coloniais de Acaju)
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